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Pesquisadores têm até sexta-feira (8) para concorrer ao Prêmio Octavio Frias de Oliveira

11.ago.23/Folhapress
11.ago.23/Folhapress

A comunidade científica brasileira tem uma última oportunidade para submeter seus trabalhos à 17ª edição do Prêmio Octavio Frias de Oliveira. As inscrições para a prestigiada premiação, que celebra avanços significativos na área da oncologia, encerram-se nesta sexta-feira, 8 de maio de 2026. Pesquisadores e instituições de ensino e pesquisa do país são convidados a apresentar estudos que prometem moldar o futuro do diagnóstico e tratamento do câncer.

A iniciativa é uma parceria estratégica entre o Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) e a Folha. Criado em 2010, o prêmio valoriza a pesquisa oncológica nacional e homenageia a memória de Octavio Frias de Oliveira (1912–2007), publisher do jornal por quase cinco décadas. A premiação impulsiona a inovação e a disseminação do conhecimento científico em um campo crucial para a saúde pública.

Categorias e Critérios para a Inovação Oncológica

O Prêmio Octavio Frias de Oliveira possui três categorias principais. As inscrições abertas até o dia 8 de maio são para Pesquisa em Oncologia e Inovação Tecnológica em Oncologia. Em ambas, o autor principal deve estar vinculado a uma instituição de pesquisa ou ensino brasileira, fomentando o talento nacional.

Para Pesquisa em Oncologia, são aceitos trabalhos originais publicados em periódicos científicos em 2025 ou 2026. A categoria de Inovação Tecnológica em Oncologia abrange também estudos depositados no mesmo período. Os vencedores de cada uma dessas categorias receberão R$ 20 mil e um certificado, reconhecendo a excelência e o impacto de suas contribuições.

A terceira categoria, Personalidade de Destaque em Oncologia, reconhece profissionais com trajetória exemplar em ensino, pesquisa, assistência médica, filantropia ou comunicação, sublinhando a amplitude de esforços no combate ao câncer.

Mapeando o Futuro da Oncologia Brasileira

Roger Chammas, professor da Faculdade de Medicina da USP e coordenador do Centro de Terapia Oncológica do Icesp, destaca o papel estratégico do prêmio na identificação de tendências e da capacidade de pesquisa no país.

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