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Prazo final para empresas escolherem modelo do Simples e regularizarem pendências

Prazo final para empresas escolherem modelo do Simples e regularizarem pendências
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Termina nesta sexta-feira (30) o prazo fundamental para que micro e pequenos empresários tomem decisões estratégicas sobre o regime tributário que entrará em vigor no próximo ano, em meio às adaptações exigidas pela reforma tributária. O período mobiliza contadores e empreendedores em todo o país diante de mudanças estruturais na forma de recolhimento de impostos.

As empresas que pretendem recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo modelo regular precisam registrar a escolha até o final do dia. Quem não realizar o procedimento continuará inserido na sistemática simplificada do Simples Nacional, que centraliza os tributos de acordo com o porte e o faturamento do negócio.

Regularização de pendências e o impacto da transição

Além da definição sobre os novos tributos, a data limite desta sexta-feira encerra o prazo para que os negócios regularizem eventuais pendências fiscais que tenham bloqueado o ingresso no Simples Nacional. O cronograma foi antecipado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) para conceder maior previsibilidade jurídica e financeira ao setor produtivo antes da virada do ano-calendário.

A modalidade é destinada a empreendimentos com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Com a transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo, os prazos tradicionais sofreram alterações para permitir a integração do IBS e da CBS às rotinas contábeis das companhias, exigindo atenção redobrada aos detalhes operacionais.

Análise de crédito tributário e planejamento estratégico

Especialistas em contabilidade ressaltam que a escolha entre permanecer com todos os tributos no Simples ou optar pelo recolhimento regular do IBS e da CBS exige uma avaliação financeira profunda. A decisão impacta diretamente a cadeia de fornecedores e o perfil dos clientes, especialmente para negócios que comercializam com outras empresas e dependem da geração de créditos tributários.

  • perfil dos clientes;
  • cadeia de fornecedores;
  • possibilidade de geração e aproveitamento de créditos;
  • formação de preços;
  • impacto dos novos tributos no fluxo financeiro.

Para aprofundar seu conhecimento sobre o cenário econômico e acompanhar todas as atualizações legislativas que afetam o mercado brasileiro, continue acompanhando o M1 Metrópole, sua fonte confiável para análises detalhadas e cobertura jornalística diária.

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