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Pastor ligado a Flávio Bolsonaro afirma que eleições acabaram e rejeita terceiro turno

Pastor ligado a Flávio Bolsonaro afirma que eleições acabaram e rejeita terceiro turno
Pedro Ladeira - 25.out.26/Folhapress

O bispo JB Carvalho, líder da Comunidade das Nações, igreja sediada em Brasília onde o senador Flávio Bolsonaro realizou seu batismo em 2024, utilizou as redes sociais para declarar que o pleito eleitoral chegou ao fim. Em uma publicação compartilhada nesta quarta-feira (28), o religioso afastou a possibilidade de contestação prolongada do resultado nas urnas.

A manifestação pública do líder religioso ocorre em um momento de intensa movimentação política no país, após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para Lula (PT) no segundo turno. Enquanto aliados demonstram divergências na condução das críticas ao processo eleitoral, setores do meio evangélico buscam pacificar o debate institucional.

A mensagem de encerramento do pleito

Na imagem divulgada em seu perfil no Instagram, o bispo foi direto ao pontuar que o processo democrático foi concluído. “As eleições terminaram. Não tem terceiro turno. Vida que segue!”, destacava o material compartilhado com os seguidores da comunidade religiosa.

Na legenda da publicação, JB Carvalho reforçou o apelo para que a população retome as atividades cotidianas e evite discursos alarmistas. O religioso escreveu para que as pessoas parem de profetizar o caos, acrescentando que a divindade julgará cada um segundo suas obras e demonstrará misericórdia pelo país.

Repercussão entre líderes religiosos e políticos

A postura adotada pelo líder da Comunidade das Nações contrasta com as reações de outros nomes de expressão do segmento evangélico brasileiro. Enquanto figuras como o pastor Silas Malafaia endossam teses de perseguição política, outros líderes optaram por defender a normalidade democrática e o respeito ao resultado oficial das urnas.

Nos bastidores da política nacional, o cenário pós-eleitoral também foi marcado por viagens internacionais e rearticulações partidárias. O posicionamento de autoridades religiosas reflete a complexidade das relações entre lideranças eclesiásticas e o espectro político conservador no Brasil.

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